
Samsung Galaxy On Nxt
Memória
3GB
Bateria
3300 mAh
Câmera
13 MP
Tela
5.5"
Processador
Qualcomm Snapdragon 615 MSM8939
Sobre o Samsung Galaxy On Nxt
O Galaxy On Nxt, lançado em 2015, posicionava-se como um smartphone de entrada, voltado para usuários que buscavam um dispositivo com funcionalidades básicas e preço acessível. O foco era atender às necessidades de comunicação, navegação na web e uso de aplicativos simples. Era um celular que visava um público que não precisava de um smartphone com recursos avançados ou alto desempenho, priorizando a relação custo-benefício. Este dispositivo se destinava a usuários iniciantes no mundo Android ou que buscavam uma opção de baixo custo para uso diário. O público-alvo provavelmente incluía estudantes, pessoas que precisavam de um smartphone para tarefas básicas ou quem buscava um dispositivo secundário. A ausência de recursos avançados e o foco em funcionalidades essenciais indicam um posicionamento voltado para um segmento mais conservador do mercado. Em 2026, com as tecnologias atuais, este smartphone se torna obsoleto, sendo inadequado para as demandas de um usuário moderno. A performance, a tela e a conectividade não atendem às expectativas.
Com acabamento premium e atenção aos detalhes, o dispositivo se destaca tanto pela estética quanto pela funcionalidade. Cada aspecto foi cuidadosamente projetado para proporcionar desempenho excepcional no dia a dia.
Análise detalhada
O processador Snapdragon 615, em conjunto com 3GB de RAM, demonstra uma performance limitada para os padrões atuais. Em 2015, era uma configuração razoável para tarefas básicas, mas em 2026, ele enfrenta dificuldades em lidar com as exigências dos aplicativos modernos e jogos mais recentes. A GPU integrada, responsável pelo processamento gráfico, também não acompanha as necessidades atuais, resultando em taxas de quadros baixas e engasgos em jogos. A RAM de 3GB dificulta a execução de multitarefas, com os aplicativos frequentemente sendo fechados em segundo plano para liberar memória. A experiência de uso em 2026 seria comprometida pela lentidão em todas as operações, desde a inicialização de aplicativos até a navegação na interface. Jogos mais pesados seriam praticamente inviáveis, enquanto jogos mais simples apresentariam lentidão e queda de quadros. A combinação de processador e RAM restringe significativamente a capacidade do dispositivo de acompanhar as demandas atuais de software e hardware, prejudicando a fluidez e a responsividade do sistema.
A câmera traseira de 13 MP e a frontal de 8 MP, embora fossem especificações aceitáveis em 2015, não se comparam à qualidade das câmeras presentes nos smartphones de 2026. A ausência de recursos avançados, como estabilização óptica de imagem (OIS) e modos de captura modernos, limita a capacidade de obter fotos e vídeos de alta qualidade em diversas condições de iluminação. A abertura máxima da lente não foi especificada, o que impede uma análise precisa do desempenho em situações de baixa luminosidade. A qualidade da imagem, provavelmente, apresentaria ruído em ambientes com pouca luz e cores menos vibrantes. A capacidade de gravar vídeos também seria limitada em termos de resolução e estabilização. A ausência de recursos como HDR avançado e modos de cena inteligentes resultaria em fotos e vídeos com qualidade inferior à esperada em 2026. A experiência fotográfica seria, portanto, inferior, com resultados aquém das expectativas de um usuário que busca capturar momentos com boa qualidade e versatilidade.
A bateria de 3300 mAh, na época do lançamento, proporcionava uma autonomia razoável, mas em 2026 sua capacidade seria limitada para as exigências atuais. O consumo de energia dos componentes, como processador e tela, aumentou significativamente ao longo dos anos, resultando em menor duração da bateria. A ausência de otimizações de software específicas e carregamento rápido agrava a situação. A autonomia esperada seria inferior a um dia de uso moderado, exigindo recargas frequentes. A tecnologia de carregamento, provavelmente, seria lenta em comparação com os padrões atuais, o que aumentaria o tempo necessário para carregar completamente a bateria. A eficiência energética dos componentes também seria inferior, contribuindo para o esgotamento mais rápido da bateria. O usuário necessitaria estar sempre atento ao nível da bateria, o que comprometeria a experiência de uso, especialmente para quem utiliza o smartphone intensivamente ao longo do dia.
A tela de 5.5 polegadas com resolução de 720 x 1280 px e taxa de atualização de 60Hz apresenta limitações significativas em 2026. A resolução baixa resulta em imagens menos nítidas e detalhes menos definidos, especialmente em textos e elementos visuais. A tecnologia LCD, embora seja comum na época do lançamento, não se compara à qualidade dos displays AMOLED e outros painéis mais avançados presentes nos smartphones atuais, com cores menos vibrantes e ângulos de visão inferiores. A taxa de atualização de 60Hz compromete a fluidez da interface e a experiência de uso em jogos e vídeos. Os padrões atuais exigem taxas de 90Hz ou 120Hz para uma experiência mais suave e responsiva. O brilho da tela, provavelmente, seria inferior aos modelos atuais, dificultando a visualização em ambientes externos com muita luz solar. A combinação desses fatores resulta em uma experiência visual inferior, com imagens menos vívidas e responsividade limitada.
O design do Galaxy On Nxt, lançado em 2015, provavelmente reflete as tendências da época, com materiais e acabamentos que podem parecer datados em 2026. A ausência de informações sobre os materiais de construção impede uma análise precisa da durabilidade e da sensação ao toque. A ergonomia pode ser boa, mas o design geral provavelmente não se destacaria em comparação com os smartphones atuais, que apresentam telas maiores, bordas mais finas e designs mais refinados. O peso de 167g e as dimensões (151.5 mm x 74.9 mm x 8.1 mm) podem parecer grandes se comparados aos modelos mais recentes. A durabilidade pode ser um fator positivo, dependendo dos materiais utilizados, mas a ausência de recursos como resistência à água e poeira limita a proteção contra danos. O apelo visual, em geral, seria inferior aos padrões atuais, com um design que refletiria a idade do dispositivo. A sensação de ter um aparelho mais “grosso” e com bordas maiores diminuiriam a experiência para quem busca um design mais atualizado.
Pontos Fortes
Pontos de Atenção
Desempenho limitado para tarefas atuais
Tela com resolução e taxa de atualização baixas
Ausência de conectividade 5G
Especificações Técnicas Completas
Características | Especificação |
|---|---|
Tela | 5.5" |
Processador | Qualcomm Snapdragon 615 MSM8939 |
Memória RAM | 3GB |
Armazenamento | 32GB |
Câmera Principal | 13 MP |
Câmera Frontal | 8MP |
Bateria | 3300 mAh |
Sistema Operacional | Versão Android |
Conectividade 5G | Não |
Dimensões | 151.5 mm x 74.9 mm x 8.1 mm - 167 g |
Resistência | N/A |
Veredito final
Em resumo, o Galaxy On Nxt em 2026, devido às suas especificações, oferece uma experiência de uso limitada e defasada. O desempenho, a tela, a câmera e a bateria não se comparam aos padrões atuais. A falta de 5G e as tecnologias ultrapassadas tornam este dispositivo inadequado para as tarefas e expectativas de um usuário moderno. A recomendação é evitar este modelo, pois a experiência seria aquém do esperado, gerando frustração.
Este smartphone, em 2026, não vale a pena ser adquirido. Seus pontos fortes, como a marca Samsung, não compensam as limitações significativas em performance, tela, câmera e bateria. A ausência de 5G e as tecnologias datadas tornam o dispositivo obsoleto. A experiência geral de uso seria insatisfatória, com lentidão, baixa qualidade de imagem e autonomia limitada. A aquisição de um smartphone mais recente, com especificações atualizadas, é a melhor opção.
Este smartphone não é recomendado para nenhum público em 2026. Usuários que buscam um dispositivo para uso diário, com bom desempenho, tela de qualidade, câmera versátil e conectividade 5G, devem procurar opções mais recentes. Estudantes, profissionais e usuários que necessitam de um smartphone para trabalho ou lazer, não encontrarão no Galaxy On Nxt um dispositivo que atenda às suas necessidades. O público-alvo ideal não existe para este aparelho.
O Galaxy On Nxt não é recomendado para nenhum público em 2026. Ele não atende às necessidades de quem busca um smartphone para uso diário, com bom desempenho, tela de qualidade, câmera versátil e conectividade 5G. Estudantes, profissionais e usuários que necessitam de um smartphone para trabalho ou lazer devem procurar opções mais recentes. O público que busca um smartphone com design atualizado, bateria duradoura e recursos avançados também deve evitar este modelo.
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